Setor Privado
Recycle Match

Você já pensou que um resíduo que você gera pode ter valor para outra pessoa? E que o lixo de uma empresa pode servir de insumo para outra? É esse o intuito do site americano Recycle Match, que serve de intermediário na compra e venda de resíduos. Vale a visita!
Pão de Açucar II

O grupo Pão de Açucar, através do programa "Qualidade desde a origem", garante a rastreabilidade dos produtos Taeq (verduras, legumes e carnes), desde o seu produtos. Pelo código presente na embalagem, o consumidor pode acessar o site e descobrir de onde veio o alimento que consumiu.
Fonte: Akatu
Patagonia
A fabricante de equipamento para esportes ao ar livre iniciou um esforço interessante de conhecer a história de todos os seus produtos desde a extração até a distribuição nas lojas, para avaliar seus impactos. Tais histórias (apenas dos produtos mais emblemáticos da marca) são divulgadas aos consumidores de forma trasparente e sincera, além de interativa e de fácil compreensão, pelo site Footprint Chronicles.
Fonte: Worldchanging
Solidarium e Walmart
Da parceria entre a Solidarium Comércio Justo e o Walmart Brasil nasceu o portal e-solidário, um site de comércio eletrônico focado na venda de bens produzidos à mão por pequenas comunidades comunidades que respeitam os princípios do Comércio Justo.
Fonte: Solidarium
Resotec
Braço da multinacional Holcim, a empresa trabalha com o co-processamento. Por meio dele, os resíduos de outras indústrias são transformados em um material homogêneo, utilizado posteriormente como combustível para os fornos de produção de cimento, que consomem grandes quantidades de energia.
Fonte: Mercado Ético
Atlas Schindler
A fabricante de elevadores conseguiu, por meio da substituição do sistema de tração tradicional por um mais moderno, eliminar a necessidade de engrenagens e de construção da casa de máquinas. Os elevadores antigos utilizavam até 10 HPs (unidade usada para medir a força de motores). Hoje, essas máquinas consomem por volta de 4,5 HPs, o que pode, nos melhores casos, levar a uma economia de até 70% de energia.
Fonte: Mercado Ético
Native

A Native é uma empresa de produtos orgânicos que faz parte do grupo Balbo. Ela se diferencia das tantas mais fabricantes de alimentos porque busca, em seu processo produtivo, harmonizar os interesses econômicos, sociais e ambientais.
O projeto pioneiro Cana Verde, mostrou que é possível manter ou até aumentar a produtividade realizando um manejo adequado do solo, com práticas como a criação de ilhas de biodiversidade, compostas por mata nativa, em meio à plantação de cana, de forma a manter o equilíbrio da terra, evitando a depauperação de seus nutrientes.
Em 1981, por meio de um trabalho de pesquisa aplicada, a empresa conseguiu controlar uma das maiores pragas dos canaviais, a broca da cana, com a utilização de insetos inimigos naturais da praga, portanto sem a utilização de defensivos químicos. Mais tarde, em 1987, desenvolveu um sistema de produção e colheita de cana crua mecanizado, com adubação orgânica, no qual a própria colhedora deposita a palha verde da cana no solo, criando uma cobertura morta extremamente benéfica à regeneração do solo.
Ademais, as práticas trabalhistas da Native estão muito além da legislação, com destaques para o trabalho em medicina preventiva e emergencial e para benefícios como atendimento odontológico e concessão de bolsas de estudos, entre outros.
Fonte: Native
Maya Pedal
ONG situada na Guatemala desenvolveu, em conjunto como a organização canadense PEDAL, as Bicimáquinas. Tratam-se de máquinas diversas (liquidificadores, geradores de energia, bombas de gua, moinhos, etc) feitas a partir da reciclagem de bicicletas usadas que, movidas pela força dos pedais, dispensam a utilização de outra fonte energética.

Além do ganho ambiental, a iniciativa se desenvolve nas áreas rurais, servindo como apoio para a economia e, desta forma, auxiliando no desenvolvimento das comunidades locais.
Fonte: Maya Pedal
Sto - Building with conscience
A empresa alemã desenvolveu uma tinta que é capaz de desintegrar as substâncias tóxicas do ar. Esta descoberta pioneira pode ser utilizada tanto interna quanto externamente, o processo imita a fotossíntese e, de maneira similar, assim como fazem as plantas, provoca uma reação a partir da luz solar que elimina as substâncias nocivas.
Além de eliminar odores desagradáveis como o de cigarro e de alimentos continuamente, a tinta melhora substancialmente a qualidade de ambientes fechados que necessitam de maiores cuidados como escolas, berçarios, hospitais entre outros.
Fonte: Sto
Pão de Açúcar
A rede é resonsavel pela construção do primeiro supermercado verde da América Latina, em Indaiatuba, São Paulo. A loja tem carrinhos de plástico PET reciclado, embalagens de isopor feitas com fécula de mandioca, sacolas retornáveis e sistemas inteligentes de energia elétrica e de água. O modelo deverá ser replicado nas demais lojas da rede Pão de Açúcar pelo Brasil.
Fonte: Cidades e Soluções, Globonews
Woolworths África do Sul
A Organização de Agricultores Ezembelo (EFO) e o Conselho de Pesquisa Industrial e Cientifica da África do Sul (CSIR) são responsáveis pela melhoria na vida de muitos agricultores deste país. Através da organização de camponeses para produção de orgânicos e hidropônicos, formaram-se negócios economicamente viáveis, contribuindo para quebrar o ciclo de pobreza vivido por grande parte desta população. Hoje, muitos dos produtores já contam com certificação, o que abriu novos mercados para os seus produtos, a exemplo da relação preferencial de fornecimento com a rede varejista sul-africana Woolworths Holdings.
Fonte: Envolverde/IPS
Estrela/Braskem
A fábrica de brinquedos Estrela vai passar a utilizar em parte de seus produtos o “plástico verde”, polietileno produzido a partir de etanol proveniente da cana-de-açúcar. A empresa assinou na última semana com a petroquímica brasileira Braskem o fornecimento do novo material, que tem as mesmas propriedades do polietileno feito a partir de petróleo.
O “plástico verde” pode ser utilizado em todas as aplicações usuais: embalagens para produtos alimentícios, de higiene pessoal, e brinquedos. Mas, apesar de capturar CO2 da atmosfera no seu processo de produção, reduzinho o efeito estufa, o novo material não é biodegradável, assim como o plástico do petróleo.
O novo polietileno foi desenvolvido pela própria Braskem nos últimos dois anos e meio, com investimento de aproximadamente US$ 5 milhões. O novo produto ainda é produzido a um custo superior ao do plástico convencional. Mas deve ter seu preço diminuído quando sua produção começar em larga escala.
Fonte: Envolverde/Agência Brasil
Motorola
Entre as iniciativas privadas, a fabricante de celulares, Motorola, possui um trabalho de reciclagem que conseguiu recolher cerca de 250 toneladas de baterias em oito anos. A empresa também mostrou pesquisas que têm conseguido diminuir substancialmente a quantidade de metais pesados destes itens, através de estudos sobre o ciclo de vida dos aparelhos e materiais que facilitam a condução elétrica.
Fonte: Revista ComCiência
Natura
Conhecido exemplo de empresa quanto às práticas de sustentabilidade, a Natura não age apenas internamente, mas estende a preocupação para toda sua cadeia produtiva.
Em 2001, o lançamento da linha Ekos, com produtos que incorporam ativos da biodiversidade brasileira obtidos de forma sustentável, foi uma inovação que marcou fortemente a atuação da empresa. Hoje, a Natura conta com o CNPT-IBAMA (Centro para o Desenvolvimento Sustentável das Populações Tradicionais do IBAMA) e a Cognis-Henkel (empresa distribuidora de matérias-primas naturais), para comprar insumos florestais (óleo de andiroba, castanha, entre outros) de diversas comunidades amazônicas.
Ao comprar matérias-primas fruto do extrativismo sustentável, a empresa contribui para o desenvolvimento e geração de renda para as populações das Reservas Extrativistas brasileiras.
Ainda, recentemente, a Natura revisitou o ciclo de vida de seu Catálogo elaborando um novo projeto editorial e gráfico. Com isso a empresa conseguiu reduzí-lo em 60 páginas e substituiu o papel reciclado por couché certificado, o que diminuiu o peso de papel consumido pela empresa em 4.500 toneladas anuais, traduzidos em uma redução de 2% das emissões da companhia de CO2 equivalentes.
Fonte: Natura
Banco Real
Em 2003 o Banco Real iniciou um movimento inédito no país de uso de papel reciclado em larga escala. Gradativamente incluiu no sistema o uso deste papel em suas impressoras, copiadoras e materiais de comunicação, inclusive anúncios, outdoors, talões de cheques e extratos. Hoje, ele está presente em quase 90% dos processos e materiais impressos.
O papel é um dos recursos mais usados em um banco. A adoção do papel reciclado, além de contribuir para a redução do lixo, traz outros benefícios para o meio ambiente e para a sociedade. O reciclado é composto por 75% de aparas de produção e 25% de material pós-consumo, recolhido por cooperativas de catadores de rua.
Para viabilizar altos volumes de produção, o banco apóia seus fornecedores na estruturação de uma rede de suprimento formada por cooperativas de catadores de papel.
Fonte: Banco Real